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sábado, 30 de março de 2013
Prefeito de Guaíba realiza parto de secretária municipal em ambulância, na BR-116

Cláudia Jardim sentiu contratações quando estava em evento e um dos gêmeos nasceu a caminho do hospital, em Porto Alegre
 
Durante a preparação para o discurso em um evento alusivo ao Dia Mundial da Água, o prefeito e a secretária municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Guaíba, na Região Metropolitana, foram surpreendidos pela pressa de dois meninos querendo vir ao mundo.
 
Grávida de gêmeos, Cláudia Pelegrino Jardim, 31 anos, começou a sentir as dores do parto cerca de meia hora antes de abrir a cerimônia. João Pedro, um dos bebês, acabou nascendo em uma ambulância na BR-116, com a ajuda do cirurgião-geral e chefe do Executivo, Henrique Tavares, 56 anos.
 
A previsão era de que o parto ocorresse daqui um mês e meio, mas os gêmeos João Pedro e Eduardo não aguentaram esperar e chegaram no final da tarde do sábado passado. Apesar da saída às pressas do evento no Parque da Juventude, às margens do Guaíba, Cláudia pretendia ir até o Hospital Mãe de Deus, na Capital, onde uma equipe e o obstetra esperavam após serem avisados por telefone. Mas, por decisão do prefeito, o trajeto foi encurtado até a Santa Casa de Misericórdia.
 
— Tenho alguma experiência na área e vi que ela estava em trabalho de parto. Coloquei a Cláudia em uma ambulância do município que estava no local e liguei para o obstetra dela, que me orientou a levá-la até o Mãe de Deus. No meio do caminho, ela ganhou o nenê. Como nasceu na estrada, pedi para o motorista ir para a Santa Casa, que era mais próxima. Cerca de cinco minutos depois que entramos, nasceu o outro. Atender um tudo bem, mas dois seria complicado — relembra, com bom humor, Tavares.
 
Mãe de outros dois meninos, a secretária municipal ficou nervosa com a situação, pois a gravidez era considerada de risco. Mesmo com a correria mais do que inesperada, Cláudia vê vantagens por tudo ter ocorrido naquele momento.
 
— Dentro da situação, eu comecei a ficar tranquila quando pensei que, se estivesse em casa, meu marido ia me levar até Porto Alegre, de carro. Por mais inusitada que fosse a situação, eles nasceram com mais segurança por estar em uma ambulância e com um médico. Naquele momento, não era o prefeito e uma secretária, era um médico, uma paciente, uma vida chegando e uma segunda que estava vindo — conta Cláudia.
 
Internados na UTI neonatal, os gêmeos não têm previsão de alta, segundo informações da assessoria de imprensa da Santa Casa. Cláudia, que recebeu alta na terça-feira, diz que eles estão bem, mas ainda precisam ganhar peso.
 
Maternidade em Guaíba deve ser aberta até a metade deste ano
 
Sem maternidade pública desde 2009, a cidade de Guaíba deve receber uma até metade deste ano. Essa é a promessa e a vontade do prefeito, Henrique Tavares. Fechada pela Justiça por problemas de gestão do Hospital Nossa Senhora do Livramento, a estrutura terá um novo espaço, na Rua São Paulo. No local, deve funcionar também um bloco cirúrgico.
 
Uma parceria com um sistema de saúde privado deve garantir o funcionamento ainda neste ano. Enquanto isso, Tavares diz que o município encaminha a realização dos partos para o Hospital Fêmina, do Grupo Hospitalar Conceição, na Capital.
 
Guaíba tem maternidade em hospital privado que, segundo a secretária Cláudia Pelegrino Jardim, não tem UTI neonatal, necessária para os gêmeos que nasceram prematuros.
 
Fonte Zero Hora

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terça-feira, 26 de março de 2013
Homenagem a Porto Alegre


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terça-feira, 19 de março de 2013
Apostador de Viamão ganha R$ 1,7 milhão na Quina

Sorteio das dezenas ocorreu em Pouso Alegre, Minas Gerais
 
Um apostador de Viamão, na Região Metropolitana, foi premiado no concurso da Quina realizado nessa segunda-feira, em Pouso Alegre, Minas Gerais. O sortudo receberá o prêmio de R$ 1.769.696,63.
 
A quadra saiu para 116 apostadores (prêmio de R$ 4.036,93) e o terno, para 6.367 apostadores (prêmio de R$ 105,06). A estimativa de prêmio para o próximo concurso, que ocorre nesta terça-feira, é de R$ 400 mil.
 
Os números sorteados no concurso 3.146 da Quina foram: 02 - 08 - 56 - 72 - 73.
Fonte Zero Hora

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segunda-feira, 18 de março de 2013
Polêmica dos cortes de árvores será retomada nesta segunda-feira em Porto Alegre

Audiência às 19h deve contar com ambientalistas e representantes do poder público
 
Árvores da Praça Júlio Mesquita têm seus troncos marcados com "C" (cortar) ou "P" (podar)
 
Audiência pública às 19h de hoje, na Câmara de Vereadores, retomará a polêmica sobre o corte de 101 árvores na região do Gasômetro, necessárias à duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva e da João Goulart para a Copa do Mundo de 2014.
 
O encontro deve contar com ambientalistas e representantes do poder público. Quem luta pela permanência dos vegetais defende que não existe um plano alternativo para comprovar que a obra, como foi prevista, seria mesmo a melhor opção para o local. Os ambientalistas buscam apoio também em outros argumentos, como a dúvida se o problema no tráfego será mesmo resolvido, o alto custo da obra, a derrubada de espécies estabelecidas e a separação ainda maior entre o ponto turístico e a população (já que a ampliação da via tornará mais difícil o acesso à Usina e à beira do Guaíba).
 
– A questão é que não há estudos alternativos, tanto de localização como de tecnologias que serão usadas na obra – diz o presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Francisco Milanez.
 
O secretário de Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, afirma que, do ponto de vista ambiental, foram feitos todos os ajustes possíveis. Entre eles, a redução do número de árvores a serem cortadas (inicialmente eram cerca de 300) e a reposição de 401 exemplares distribuídos entre Centro Histórico, Redenção e Parque Marinha do Brasil.
 
 
Fonte Zero Hora

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sábado, 16 de março de 2013
Manifestantes se reúnem contra cortes de árvores em frente à Usina do Gasômetro

Mobilização foi prejudicada pela garoa que caía em Porto Alegre no início da noite desta sexta
 
Cartazes foram colados nas árvores que se livraram da poda e velas acesas sobre o toco que restou das plantas cortadas. Em mais uma mobilização, desta vez prejudicada pela garoa, ganhava força o repúdio à intervenção justificada pela prefeitura como necessária para a duplicação da avenida Edvaldo Pereira Paiva, uma das obras viárias para a Copa de 2014.
 
Entre o público reunido, estava Mara Gazola, 56 anos, moradora do Centro. A arquiteta conta que participou da discussão do Plano Diretor que previa a criação de um parque - o Parque do Gasômetro - a partir do rebaixamento da avenida.
 
— Ficamos completamente surpresos, porque acreditávamos que o projeto de construção do parque já havia sido encaminhado — conta Mara.
 
De acordo com a moradora, a manifestação desta noite foi bastante "singela", uma vez que contam com a disposição dos participantes. Na próxima segunda-feira, uma audiência pública deve acontecer na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Mara estará presente. E os motivos tem na ponta da língua:
 
—  Uma cidade amigável é aquela que consegue compatibilizar a paisagem natural com a construída. Sustentabilidade não é uma palavra da moda, mas uma condição necessária — defende a arquiteta.
 
ZERO HORA

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terça-feira, 12 de março de 2013
Semana de Porto Alegre terá mais de 50 atrações gratuitas

Para saber mais da 54ª Semana de Porto Alegre, acesse o site www.portoalegre.rs.gov.br/semanapoa.
 
Para a programação completa, clique aqui.
 
O prefeito José Fortunati lançou nesta terça-feira, 12, a 54ª Semana de Porto Alegre. Serão 11 dias de atividades artísticas, culturais, esportivas, de lazer e entretenimento espalhadas por 37 locais em 28 bairros da cidade. A programação inicia no próximo sábado, 16, e termina no dia do aniversário da Capital, no dia 26 de março. "Vamos ter vários dias de celebração na nossa cidade. Uma celebração ativa, intensa, descentralizada e gratuita. Estaremos em todas as regiões de Porto Alegre para que todos tenham acesso e tenham a oportunidade de conferir as atrações e comemorar conosco o aniversário da Capital", disse o prefeito.
 
Serão 29 horas de shows, 11 horas de teatro e dança, 6 grandes festas, exposições, lançamentos de livros, serestas, eventos esportivos, ações sociais, oficinas e palestras. Entre as principais atrações, o esperado Baile da Cidade muda de local. Será realizado na Prainha da Usina do Gasômetro, no dia 23, à partir das 20h. A animação fica por conta dos shows de:
Kleiton e Kledir,
Banda Municipal,
Cia Show 4,
Zumbira e os Palmares e
do som do DJ Claudinho Pereira.
 
O grande show de encerramento deste ano será com Erasmo Carlos. No dia do aniversário da cidade, 26, o "Tremendão" se apresenta no Auditório Araújo Vianna.  Entre as atrações musicais também estão as apresentações de Bella Stone e Filipe Catto e da Orquestra Villa-Lobos.
 
Eventos tradicionais na Semana de Porto Alegre, como a Corrida de Aniversário e o Salão Internacional de Desenho para a Imprensa, além das atividades do Dia Mundial da Água, também fazem parte da programação. A Medalha da Cidade será entregue aos homenageados no dia 25. Tem ainda passeio ciclístico, a II Maratona de Dança e o desligamento das luzes do monumento ao Laçador, no evento mundial A Hora do Planeta, dia 23.
 
Debates sobre os desafios e o futuro da Capital também vão mobilizar a cidade em torno de assuntos como violência, infraestrutura urbana e mobilidade. "Porto Alegre é uma cidade jovem que tem muito a oferecer aos seus moradores e visitantes. Tem seus problemas, mas sem duvida é uma cidade com muita qualidade de vida, preocupada com o meio ambiente, referência em desenvolvimento humano e democracia participativa, que sonha com seu futuro e constrói, todos os dias, soluções factíveis", concluiu Fortunati.
 
A solenidade de lançamento do evento aconteceu no Paço Municipal, com a presença de autoridades, artistas e foi aberta à comunidade.
 

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sábado, 9 de março de 2013
Asfalto gaúcho - rabeira do atraso

Inoperância pública custa R$ 20 bilhões ao Estado
Falta de continuidade de obras e planejamento de longo prazo explicam por que o RS tem o pior índice de pavimentação do país

Gaúcho gosta de ser diferenciado, para melhor. O problema é que, em se tratando de rodovias, está na rabeira do atraso. Veja uma comparação com São Paulo: em 10 anos, as estradas paulistas duplicadas avançaram 1,6 mil quilômetros e hoje equivalem a 13% do total da malha pavimentada. No Rio Grande do Sul, o crescimento foi pífio. No mesmo período, as duplicações no Estado somaram apenas 146,9 quilômetros. Nem um décimo do ritmo de São Paulo, conforme a comparação dos dados dos departamentos que cuidam das rodovias nos dois Estados. Com isso, apenas 3,5% das estradas asfaltadas em que os gaúchos circulam são duplicadas.
 
Certo, São Paulo é o Estado mais rico do país. Então que tal comparar com os vizinhos paranaenses, com economia e população parecidas? O Rio Grande do Sul continua perdendo feio. A malha pavimentada do Paraná é de 20,3 mil quilômetros, enquanto no Estado, conforme números do Daer, soma 13,1 mil quilômetros. A extensão duplicada paranaense abrange 973 quilômetros, o dobro da nossa. Com baixos investimentos nas últimas três décadas, os gaúchos tiveram apenas 714 quilômetros pavimentados de 2002 até o ano passado. Um crescimento tímido de 5,7%. Enquanto isso, a frota de automóveis avançou 74% e a de caminhões, 44%.
 
E qual o custo dessa inoperância? Em termos de Rio Grande do Sul, a cada ano um pedaço maior de suas riquezas se perde em rodovias. Cálculo da consultoria Intelog indica que, em 2011, o custo logístico gaúcho foi equivalente a 18,89% do PIB, uma das maiores taxas do país e bem acima do nível países desenvolvidos, entre 6% e 8%. Como dois terços desse custo é rodoviário, as estradas esburacadas, engarrafadas e sem asfalto impuseram, apenas em 2011, perdas de quase R$ 20 bilhões à economia gaúcha. Seria dinheiro suficiente para construir mais de 20 estradas como a Rodovia do Parque, a mais importante em andamento no Rio Grande do Sul.
 
— O Estado tem uma malha muito pobre. Se olharmos para o mapa do Paraná, parece uma teia.
 
Isto só aumenta os custos logísticos do Estado — alerta Paulo Menzel, da Intelog Logística e coordenador do Fórum Temático de Infraestrutura da Agenda 2020.
 
Enquanto no Rio Grande do Sul 95 cidades não tem acesso asfáltico — um quinto do total de municípios —, no Paraná o número cai para seis.
 
Um dos fatores que explica a carência das rodovias é a descontinuidade administrativa e a falta de um planejamento de Estado, e não de governo, imune a mudanças no comando do Palácio Piratini. Nas últimas décadas, os partidos que chegam ao governo têm trocado a cada quatro anos e, na alternância de gestão, projetos são paralisados. Esquadrinhando os dados do Dnit e dos departamentos estaduais responsáveis pelas estradas, é possível detectar a baixa capilaridade das rodovias pavimentadas. Enquanto o Rio Grande do Sul tem apenas 699 quilômetros de estradas municipais asfaltadas, o Paraná tem 6,3 mil quilômetros e São Paulo, 11 mil quilômetros.
 
Em relação à qualidade das estradas, uma das explicações pode ser encontrada no tipo de gestão. No Estado, apenas 3,6% das rodovias públicas — e gratuitas — são avaliadas como ótimas. Na malha concessionada, apesar da polêmica sobre os pedágios, o índice sobe para 25%. Da mesma forma, um número bem maior de estradas administradas por órgãos estaduais e federais é classificada como ruim em comparação à malha gerida pelo capital privado. Como o governo gaúcho não vai renovar as concessões que findam em 2013, fica a dúvida sobre como evoluirá a qualidade da malha devolvida à gestão pública, normalmente engessada pela burocracia e nem sempre com recursos em caixa para investir.
 
Verba ideal só é vista em ano de eleições
 
Das 20 melhores rodovias do país, aponta pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), 19 são de São Paulo. Todas concedidas. O acompanhamento da entidade convida a uma reflexão sobre as concessões de rodovias, tema espinhoso no Rio Grande do Sul, apesar de o governo federal, alinhado ideologicamente com o Piratini, ter lançado mão da alternativa para viabilizar a construção e a duplicação de estradas, em troca do direito de explorar a via. A escolha das concessionárias será de acordo com o menor preço de pedágio oferecido.
 
A realidade é que, concedidas ou não, as rodovias brasileiras — e não apenas as gaúchas — carecem e muito de investimento. São apenas 12,9% de pavimentação no país e 7,2% no Estado, segundo dados do Dnit, o que provoca indignação de especialistas como o professor Luiz Afonso dos Santos Senna, do Departamento de Engenharia de Produção e Transportes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS).
 
— Isso é uma piada. Quantas décadas de investimentos serão necessários para chegar a ter um percentual de rodovias pavimentadas equivalente ao da Argentina, de 26%? E isso que a Argentina não é nenhum modelo — compara ele, lembrando que outros países do grupo dos Brics, como Rússia e Índia, têm taxas superiores a 80% e 40% de pavimento, respectivamente.
 
O Sindicato da Indústria de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral no Rio Grande do Sul (Sicepot) calcula que o nível ideal de investimentos para os gaúchos recuperarem o atraso seria de R$ 2 bilhões por ano, divididos entre Estado e União, algo que se aproximou de ocorrer apenas em 2010.
 
— Em 10 anos, seriam aplicado R$ 20 bilhões em novas rodovias, manutenção, duplicações e melhorias, baixando o custo do transporte ao nível de países desenvolvidos — analisa o presidente do Sicepot, Nelson Sperb Neto.
 
Fonte Zero Hora

Postado por WM Internet as 18:00 e tem 0 comentarios


Rio Grande do Sul é lanterna em rodovias asfaltadas no Brasil

Apenas 7,2% das estradas gaúchas (estaduais, federais e vicinais) são pavimentadas
 
Qual é o Estado com menor percentual de estradas pavimentadas em relação à sua malha total? Não é Roraima, que tem o menor PIB do país. Nem a paupérrima Alagoas, com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O campeão em carência de asfalto, acredite, é o Rio Grande do Sul, a quarta unidade mais rica da federação.
 
Apenas 7,2% das rodovias gaúchas — estaduais, federais e vicinais — são pavimentadas. Isso é bem menos do que a média brasileira, de quase 13 quilômetros asfaltados em cada cem, conforme dados consolidados de 2012 do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Ou seja, os gaúchos figuram na lanterna em um país que já está longe de ser um exemplo. Pelo contrário. O percentual nacional de 13% coloca o Brasil em último lugar em pavimentação entre as 20 maiores economias do mundo.
 
A agonia das estradas gaúchas é fruto de uma série de fatores encadeados. Alguns são locais, como as finanças combalidas do Palácio Piratini. A incapacidade de encontrar um modelo para o capital privado ajudar na criação da infraestrutura necessária à impulsão do desenvolvimento e à queda nos acidentes também é uma das razões da herança cruel legada aos gaúchos.
 
Além do baixo investimento público nas últimas três décadas, as rodovias sofrem com a burocracia para tocar obras, o aumento da frota e o excesso de peso transportado dos caminhões, um problema agravado pela falta de fiscalização e que desemboca na deterioração das estradas, realimentando o círculo vicioso que faz cair a qualidade das rodovias existentes. O percentual de estradas avaliadas como ótimas em pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), por exemplo, era de 28,6% em 2010 e, em 2012, caiu para apenas 11%. As péssimas subiram de 1,3% para 2,4%.
 
E má qualidade pode acarretar mortes. O número de óbitos nas estradas cresceu 2,3% em 2012, na comparação com 2011, chegando a 2.083 vítimas fatais, contra 2.037 no ano anterior. Outro efeito colateral de rodovias ruins é o congestionamento constante nas rodovias com boas pavimentação e sinalização, como o trecho da BR-116 entre Canoas e o Vale do Sinos.
 
Entre todos os males relacionados às estradas, pelo menos a falta de dinheiro parece ter ficado para trás. O problema, agora, é conseguir aplicar os recursos, vencendo obstáculos burocráticos, questões ambientais e antropológicas e suspeitas de irregularidades nas obras. Acostumado à escassez, o Estado conseguiu R$ 2,6 bilhões para investir na construção e recuperação de rodovias até 2014, verba oriunda de financiamentos do BNDES e do Banco Mundial, mais recursos repassados pelo governo federal e do próprio orçamento do Estado. Mesmo assim, a construção e a recuperação das estradas não deslancha.
 
Uma reforma que virou símbolo dos entraves
 
Em busca dos fatores que levam os gaúchos a transitar em rodovias de Terceiro Mundo, Zero Hora identificou uma região do Estado onde se concentram as principais falhas. Na Serra, a reforma de 196 quilômetros de quatro trechos estratégicos é a síntese dos problemas que atingem grande parte da malha viária gaúcha. A obra, uma promessa de anos, já patinou por falta de dinheiro, processos judiciais, falta de fiscalização e, para culminar, surgiram agora irregularidades no edital da restauração dessas estradas.
 
A Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) chegou a anunciar um investimento de R$ 140 milhões para quatro trechos: a ERS-122 (entre Ipê e a localidade de Samuel, na BR-116), a ERS-324 (entre Nova Araçá e Nova Prata), a RSC-470 (entre Nova Prata e Bento Gonçalves) e a RSC-453 (Rota do Sol, entre Caxias do Sul e Lajeado Grande). As obras deveriam começar em 4 de janeiro. Mas o Daer revogou o edital do Contrato de Restauração e Manutenção (o Crema/Serra, que abrangia os quatro trechos), elaborado na própria autarquia. A justificativa: auditores do Tribunal de Contas do Estado alertaram para "deficiências capazes de gerar prejuízo significativo ao Estado", conforme parecer emitido nos últimos dias de 2012.
 
Os entraves reaparecem nos investimentos da União no Estado. Os projetos de duplicação das BRs 386 e 116, por exemplo, seguem estacionados em dois trechos devido à presença de comunidades indígenas que se instalaram na beira das rodovias e precisam ser realocadas com mais recursos públicos para que as obras, finalmente, acelerem.
 
Fonte Zero Hora

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segunda-feira, 4 de março de 2013
Bebê sobrevive após ser jogado da janela do segundo andar de prédio em Bento Gonçalves

Crime ocorreu no bairro Planalto
Bebê sobrevive após ser jogado da janela do segundo andar de prédio em Bento Gonçalves
 
O crime ocorreu na Rua Marechal Castelo Branco
 
Uma menina de sete meses foi jogada pela própria mãe do segundo andar de um prédio nesta segunda-feira, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. O crime ocorreu por volta das 8h na Rua Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, bairro Planalto.
 
Segundo a delegada Isabel Pires Trevisan, a mulher de 24 anos, arremessou a criança por cima da sacada do apartamento. A menina caiu na sacada inferior, que é fechada com um telhado e, com o impacto, quebrou a estrutura. Ainda de acordo com a delegada a mãe também tentou jogar a filha mais velha, de dois anos. A criança conseguiu se segurar na grade da sacada e foi socorrida por vizinhos.
 
Conforme Isabel, a criança foi encaminhada para o Hospital Tacchini e está na UTI pediátrica. A mãe também foi internada no Tacchini e está sob custódia da polícia. De acordo com a delegada, o médico relatou que ela não entende as perguntas feitas pela equipe. Por volta das 11h, a Polícia Civil trabalhava no processo de prisão em flagrante da mulher e aguardava a chegada do pai das crianças para que fosse ouvido.
 
A menina mais velha foi entregue ao Conselho Tutelar. A polícia não sabe se havia mais alguém no apartamento no momento do crime.
 
Fonte ZH

Postado por WM Internet as 11:55 e tem 0 comentarios


As ruas da sua cidade são "caminháveis"?

Andar a pé é uma das melhores formas de conhecer as cidades. Seja para passear no final de semana ou para não depender do carro no seu cotidiano, caminhadas urbanas sempre mostram alguma novidade do lugar em que você mora há anos e nunca tinha reparado. Mas para saber se sua cidade acolhe bem os pedestres, algumas perguntas são inevitáveis: Há sinalização para quem anda a pé? O pedestre tem segurança? E conforto?
Apesar de muitas cidades orientarem seu planejamento em função dos veículos, existem diversas maneiras de avaliar as condições das ruas. E a que leva em conta o ponto de vista do pedestre é uma das mais importantes. Afinal, quanto mais gente na rua, mais humana e mais agradável é a cidade . Foi para identificar "todas as ruas do mundo" quanto à facilidade que oferecem aos pedestres que surgiu o projeto Walkonomics.
O trabalho é grande, mas também muito simples: pedestres de todo o mundo dão sua opinião sobre as condições das ruas de onde moram ou circulam (veja abaixo a lista de critérios). Para gerar a classificação final, as avaliações são cruzadas com dados públicos, como estatísticas de acidentes, trânsito viário e iluminação.
Por enquanto, o projeto mapeia as ruas do Reino Unido, de Nova York e de São Francisco. Mas enquanto novas cidades não entram para este cadastro global, você pode pensar nos critérios questionados pelo Walkonomics para examinar as ruas por onde passa.
Fonte - Superinteressante

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